sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Planejamento


“O professor comprometido com sua tarefa de ensinar, e ensinar bem, reconhece que o planejamento organiza e dá unidade à ação, economizando esforços, sistematizando as influências e assegurando os resultados da aprendizagem.” (SOUZA, 2001)
Consequências  da falta de planejamento
Souza (2001):
¢ Não se conseguia identificar os objetivos das aulas, e também a razão de se desenvolver uma série de atividades mecânicas e sem sentido;
¢ Improvisação constante;
¢ Aulas desorganizadas sem vínculo com o plano geral.
Quais os desafios e possibilidades do planejamento no ensino da Geografia?
Segundo Oliva (2000), para um planejamento de ensino deve-se:
¢Munir de embasamento teórico;
¢Entender o espaço geográfico como elemento que compõe o quadro social;
¢Maior comunicação entre o ensino acadêmico e o ensino médio;
¢Não perder o objetivo da Geografia para que as aulas não se transformem em mera linguagem jornalística;
¢A Geografia deve oferecer por intermédio de seu objeto de estudo elementos necessários para o entendimento da realidade.

         Um planejamento bem feito facilita muito a vida  do professor  ao longo do ano, além de ampliar as dimensões e abordagens do que será trabalhado, mas sem abrir mão de  suas  potencialidades criativas;informação, conhecimento, esforço e ousadia.

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Façam uma abordagem sobre a questão do planejamento, como planejar, quais as dificuldades encontradas, o plano de aula, etc!






sábado, 6 de outubro de 2012

Atividade



Comentem sobre a imagem. Relacionando as NTI'S, a educação e o ensino de Geografia. 

Escola e as novas tecnologias









O que muda e o que permanece virtualmente igual


Mesmo com todas as novas tecnologias e a necessidade de incluí-las no processo educativo, uma boa escola continua a ser o que sempre foi: acima de tudo, um espaço em que crianças e adolescentes se encontram, em um ambiente, regulado por adultos qualificados, que oferece proteção contra o mundo e em que todos são tratados com atenção e com respeito.
Essa exigência fundamental de boas relações humanas vale para qualquer tipo de escola, por maiores que possam ser as diferenças entre os princípios filosóficos e os valores, as concepções do papel da religião, da autoridade, as prioridades de ensino, em termos tanto de conteúdos como de métodos.
Cada escola possui seu jeito próprio de ser e de educar. Mas, para todas elas, não é mais possível ignorar as novas tecnologias, pois elas podem melhorar tremendamente a quantidade e a qualidade da educação oferecida. Do ensino curricular mais tradicional às formas mais "alternativas" de educar, qualquer escola só tem a ganhar com a introdução de recursos como os da informática e da Internet.
De certa forma, não aproveitar as novas tecnologias e o que elas podem nos trazer – em termos de possibilidades de pesquisa, de aprendizagem, de autoria e de comunicação – está ficando cada vez mais parecido com o que seria educar antigamente ignorando canetas e livros...
Em escolas particulares e nas redes públicas, uma nova tarefa de pais que buscam a melhor educação para seus filhos passa a ser pressionar no sentido da incorporação das novas tecnologias ao processo educativo. É preciso conscientizar-se, especialmente, de que o seu não aproveitamento em nossas escolas públicas já está criando um novo tipo de exclusão social, o "iletronismo", e corremos o risco de formar gerações de jovens de origem popular que não puderam explorar e dominar as novas tecnologias nem em seus lares nem nas escolas.
Em suma, mesmo se as constantes revoluções tecnológicas precisam ser levadas em conta, uma boa escola continua sendo aquela na qual confiamos e à qual nossos filhos retornam com prazer. Não há solução tecnológica capaz de transformar um espaço pobre em relações humanas em um lugar interessante e capaz de gerar uma boa educação. Isso ainda é o fundamental e é a partir daí que podem ser experimentadas novas formas de ensinar e de aprender, cujo potencial apenas começamos a vislumbrar.

NTCI'S e o ensino de Geografia


JOGRAL 

Equipe:
OSVALDINA OLIVEIRA
ROMÁRIO MALHEIROS
SUÉLIA ALVES
SUZANE FERNANDES

A sociedade contemporânea possibilita ao educando
Uma nova geografia com perspectiva de mundo
Em que o saber reflexivo compete a sua apropriação
Forma a autonomia do indivíduo na contextualização.
                        
Dentro do mercado de trabalho ele se torna uma competição
A estrutura da sociedade em redes conduz a construção
Coletivamente passa os saberes construídos
Em educar para a vida é preciso estar comprometido.

O mundo dominado pela essência da imagem
Precisou revalidar a importância da sua linguagem
Pois os professores aprenderam a arte da comunicação
Apropriando de uma linguagem  nova e rica da computação.

Dominar a prática interativa é o objetivo do ensino de geografia
Através da transposição da didática e da democracia
Ao contrário do que ocorria na educação tradicional
Os alunos hoje tem o domínio da teoria digital.

Para o professor ser mediador do aprendizado
Ele precisa estar bem qualificado
Não aplicando o modelo de ensino tradicional            
Mas dominando as técnicas da educação digital.


A linguagem contextualizada e reflexiva,
é possibilitada a partir da interação e as estruturas cognitivas.
A partir dessa construção
O discente criará uma representação.

A Geografia ciência que estuda o espaço geográfico
E as relações exercidas pelo homem, e todo seu conteúdo programático.
Pode ser desenvolvidos com uma aprendizagem emocional
Sendo o ato de ensinar um fenômeno psicossocial.

O aluno que pesquisa aprende a observar,
a catalogar informações e analisar,
agindo como um cidadão que possa contextualizar
e refletir sobre o lugar.

O conhecimento do professor sobre o lugar é um desafio constante,
ou acaba-se correndo o risco de criar aulas desinteressantes.
O mapa conceitual é de grande utilidade para facilitar o aprendizado
do conteúdo sistematizado.

Para o professor ser mediador do aprendizado
Ele precisa estar bem qualificado
Não aplicando o modelo de ensino tradicional            
Mas dominando as técnicas da educação digital.

O mapa conceitual interação –interatividade
Marca a nova linguagem na atualidade
Envolvendo a educação, escola professor e aluno diante
Da tríade dominante

Os professores devem possuir domínio da oralidade
Escrita e digital que surge a necessidade da interatividade
Dezenas de especialistas constantemente voltam a apregoar as novidades
Com muita propriedade

A interatividade é uma expressão
Que o individuo pode interagir através da recriação
No entanto, o comando da mensagem linear
Existe a possibilidade do individuo se transformar  

O desenvolvimento da linguagem hipertextual
Para dominar a linguagem informacional
Interação interatividade cairão
Possibilitando a inclusão digital da maioria da população


Para o professor ser mediador do aprendizado
Ele precisa estar bem qualificado
Não aplicando o modelo de ensino tradicional            
Mas dominando as técnicas da educação digital.

É uma modalidade que temos
Do mestre, a orientação
Do aluno, a participação
Da tecnologia, a solução
E assim, Educação

Dizem que com a modalidade
Vai haver universalização
Mas o que queremos
É amo menos democratização
De acesso ao saber
E á educação

Para romper a distância
Educação permanente
Pra vencer a inconstância
Tecnologia presente
E apesar de resistência
Continuamos persistentes



Em nome da Escola
Agradeço a presença
E, portanto, audiência
Aproveitem a experiência
Dando a devida importância
Com vocês: a Educação a Distância

Para o professor ser mediador do aprendizado
Ele precisa estar bem qualificado
Não aplicando o modelo de ensino tradicional 
Mas dominando as técnicas da educação digital. 

Prática de Ensino em Geografia IV - Uneb VI - Caetité-BA