Geografia é das piores a melhor coisa que temos... estudar o espaço e aqueles que nele vivem e vivenciam suas transformações, pode até ser algo que parece fácil ou feito por qualquer outra ciência... mas a Geografia que nos interessa, só a gente sabe fazer!!!
terça-feira, 13 de novembro de 2012
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Planejamento
“O professor comprometido com sua
tarefa de ensinar, e ensinar bem, reconhece que o planejamento organiza e dá
unidade à ação, economizando esforços, sistematizando as influências e
assegurando os resultados da aprendizagem.” (SOUZA, 2001)
Consequências da falta de planejamento
Souza (2001):
¢ Não se conseguia identificar os
objetivos das aulas, e também a razão de se desenvolver uma série de atividades
mecânicas e sem sentido;
¢ Improvisação constante;
¢ Aulas desorganizadas sem vínculo com o
plano geral.
Quais os desafios e possibilidades
do planejamento no ensino da Geografia?
Segundo Oliva (2000), para um
planejamento de ensino deve-se:
¢Munir de embasamento teórico;
¢Entender o espaço geográfico como
elemento que compõe o quadro social;
¢Maior comunicação entre o ensino
acadêmico e o ensino médio;
¢Não perder o objetivo da Geografia para
que as aulas não se transformem em mera linguagem jornalística;
¢A Geografia deve oferecer por
intermédio de seu objeto de estudo elementos necessários para o entendimento da
realidade.
Um
planejamento bem feito facilita muito a vida
do professor ao longo do ano, além de ampliar as dimensões e abordagens do que será trabalhado, mas sem abrir
mão de suas potencialidades criativas;informação,
conhecimento, esforço e ousadia.
***********************************
Façam uma abordagem sobre a questão do planejamento, como planejar, quais as dificuldades encontradas, o plano de aula, etc!
sábado, 6 de outubro de 2012
Escola e as novas tecnologias
Mesmo com todas as novas tecnologias e a
necessidade de incluí-las no processo educativo, uma boa escola continua a ser
o que sempre foi: acima de tudo, um espaço em que crianças e adolescentes se
encontram, em um ambiente, regulado por adultos qualificados, que oferece
proteção contra o mundo e em que todos são tratados com atenção e com respeito.
Essa exigência fundamental de boas relações
humanas vale para qualquer tipo de escola, por maiores que possam ser as
diferenças entre os princípios filosóficos e os valores, as concepções do papel
da religião, da autoridade, as prioridades de ensino, em termos tanto de
conteúdos como de métodos.
Cada escola possui seu jeito próprio de ser
e de educar. Mas, para todas elas, não é mais possível ignorar as novas
tecnologias, pois elas podem melhorar tremendamente a quantidade e a qualidade
da educação oferecida. Do ensino curricular mais tradicional às formas mais
"alternativas" de educar, qualquer escola só tem a ganhar com a
introdução de recursos como os da informática e da Internet.
De certa forma, não aproveitar as novas
tecnologias e o que elas podem nos trazer – em termos de possibilidades de
pesquisa, de aprendizagem, de autoria e de comunicação – está ficando cada vez
mais parecido com o que seria educar antigamente ignorando canetas e livros...
Em escolas particulares e nas redes
públicas, uma nova tarefa de pais que buscam a melhor educação para seus filhos
passa a ser pressionar no sentido da incorporação das novas tecnologias ao
processo educativo. É preciso conscientizar-se, especialmente, de que o seu não
aproveitamento em nossas escolas públicas já está criando um novo tipo de
exclusão social, o "iletronismo", e corremos o risco de formar
gerações de jovens de origem popular que não puderam explorar e dominar as
novas tecnologias nem em seus lares nem nas escolas.
Em suma, mesmo se as constantes revoluções
tecnológicas precisam ser levadas em conta, uma boa escola continua sendo
aquela na qual confiamos e à qual nossos filhos retornam com prazer. Não há
solução tecnológica capaz de transformar um espaço pobre em relações humanas em
um lugar interessante e capaz de gerar uma boa educação. Isso ainda é o
fundamental e é a partir daí que podem ser experimentadas novas formas de
ensinar e de aprender, cujo potencial apenas começamos a vislumbrar.
NTCI'S e o ensino de Geografia
Equipe:
OSVALDINA OLIVEIRA
ROMÁRIO MALHEIROS
SUÉLIA ALVES
SUZANE FERNANDES
A sociedade contemporânea
possibilita ao educando
Uma nova geografia com
perspectiva de mundo
Em que o saber reflexivo
compete a sua apropriação
Forma a autonomia do
indivíduo na contextualização.
Dentro do mercado de
trabalho ele se torna uma competição
A estrutura da sociedade em
redes conduz a construção
Coletivamente passa os
saberes construídos
Em educar para a vida é
preciso estar comprometido.
O mundo dominado pela
essência da imagem
Precisou revalidar a
importância da sua linguagem
Pois os professores
aprenderam a arte da comunicação
Apropriando de uma
linguagem nova e rica da computação.
Dominar a prática interativa
é o objetivo do ensino de geografia
Através da transposição da
didática e da democracia
Ao contrário do que ocorria
na educação tradicional
Os alunos hoje tem o domínio
da teoria digital.
Para
o professor ser mediador do aprendizado
Ele
precisa estar bem qualificado
Não
aplicando o modelo de ensino tradicional
Mas
dominando as técnicas da educação digital.
A linguagem contextualizada e reflexiva,
é possibilitada a partir da interação e as estruturas
cognitivas.
A partir dessa construção
O discente criará uma representação.
A Geografia ciência que estuda o espaço geográfico
E as relações exercidas pelo homem, e todo seu conteúdo
programático.
Pode ser desenvolvidos com uma aprendizagem emocional
Sendo o ato de ensinar um fenômeno psicossocial.
O aluno que pesquisa aprende a observar,
a catalogar informações e analisar,
agindo como um cidadão que possa contextualizar
e refletir sobre o lugar.
O conhecimento do professor sobre o lugar é um desafio
constante,
ou acaba-se correndo o risco de criar aulas
desinteressantes.
O mapa conceitual é de grande utilidade para facilitar o
aprendizado
do conteúdo sistematizado.
Para
o professor ser mediador do aprendizado
Ele
precisa estar bem qualificado
Não
aplicando o modelo de ensino tradicional
Mas
dominando as técnicas da educação digital.
O mapa conceitual interação –interatividade
Marca a nova linguagem na atualidade
Envolvendo a educação, escola professor e aluno diante
Da tríade dominante
Os professores devem possuir domínio da oralidade
Escrita e digital que surge a necessidade da
interatividade
Dezenas de especialistas constantemente voltam a apregoar
as novidades
Com muita propriedade
A interatividade é uma expressão
Que o individuo pode interagir através da recriação
No entanto, o comando da mensagem linear
Existe a possibilidade do individuo se transformar
O desenvolvimento da linguagem hipertextual
Para dominar a linguagem informacional
Interação interatividade cairão
Possibilitando a inclusão digital da maioria da população
Para
o professor ser mediador do aprendizado
Ele
precisa estar bem qualificado
Não
aplicando o modelo de ensino tradicional
Mas
dominando as técnicas da educação digital.
É uma modalidade que temos
Do mestre, a orientação
Do aluno, a participação
Da tecnologia, a solução
E assim, Educação
Dizem que com a modalidade
Vai haver universalização
Mas o que queremos
É amo menos democratização
De acesso ao saber
E á educação
Para romper a distância
Educação permanente
Pra vencer a inconstância
Tecnologia presente
E apesar de resistência
Continuamos persistentes
Em nome da Escola
Agradeço a presença
E, portanto, audiência
Aproveitem a experiência
Dando a devida importância
Com vocês: a Educação a Distância
Para
o professor ser mediador do aprendizado
Ele
precisa estar bem qualificado
Não
aplicando o modelo de ensino tradicional
Mas
dominando as técnicas da educação digital.
Prática de Ensino em Geografia IV - Uneb VI - Caetité-BA
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Diretrizes para leitura
Diretrizes para a leitura,
análise e interpretação de textos
“Os maiores obstáculos do estudo e da aprendizagem,
em ciência e em filosofia, estão diretamente relacionados com a correspondente
dificuldade que o estudante encontra na exata compreensão dos textos teóricos.
Habituados à abordagem de textos literários, os estudantes, ao se defrontarem
com textos científicos ou filosóficos, encontram dificuldades logo julgadas
insuperáveis e que reforçam uma atitude de desânimo e de desencanto, geralmente
acompanhada de um juízo de valor depreciativo em relação ao pensamento
teórico.”*
“A leitura analítica é um método de estudo que tem
como objetivos:
- Favorecer
a compreensão global do significado do texto;
- Treinar
para a compreensão e interpretação crítica dos textos;
- Auxiliar
no desenvolvimento do raciocínio lógico;
- Fornecer
instrumentos para o trabalho intelectual desenvolvido nos seminários, no
estudo dirigido, no estudo pessoal e em grupos, na confecção de resumos,
resenhas, relatórios etc.
Seus processos básicos são os seguintes:
- Análise
textual:
preparação do texto; trabalhar sobre unidades delimitadas (um
capítulo, uma seção, uma parte etc., sempre um trecho com um pensamento
completo); fazer uma leitura rápida e atenta da unidade para se adquirir
uma visão de conjunto da mesma; levantar esclarecimentos relativos ao
autor, ao vocabulário específico, aos fatos, doutrinas e autores citados,
que sejam importantes para a compreensão da mensagem; esquematizar o
texto, evidenciando sua estrutura redacional.
- Análise
temática:
compreensão do texto: determinar o tema-problema, a idéia central e
as idéias secundárias da unidade; refazer a linha de raciocínio do autor,
ou seja, reconstruir o processo lógico do pensamento do autor; evidenciar
a estrutura lógica do texto, esquematizando a seqüência das idéias.
- Análise
interpretativa:
interpretação do texto; situar o texto no contexto da vida e da
obra do autor, assim como no contexto da cultura de sua especialidade, tanto
do ponto de vista histórico como do ponto de vista teórico; explicitar os
pressupostos filosóficos do autor que justifiquem suas posturas teóricas;
aproximar e associar idéias do autor expressas na unidade com outras
idéias relacionadas à mesma temática; exercer uma atitude crítica diante
das posições do autor em termos de:
a) coerência interna da argumentação;
b) validade dos argumentos empregados;
c) originalidade do tratamento dado ao problema;
d) profundidade de análise ao tema;
e) alcance de suas conclusões e conseqüências;
f) apreciação e juízo pessoal das idéias
defendidas.
4. Problematização: discussão do
texto; levantar e debater questões explícitas ou implicitadas no texto;
debater questões afins sugeridas pelo leitor.
5. Síntese pessoal: reelaboração
pessoal da mensagem; desenvolver a mensagem mediante retomada pessoal do
texto e raciocínio personalizado; elaborar um novo texto, com redação própria,
com discussão e reflexão pessoais.
Texto de autoria do Prof. Antônio Joaquim Severino.
Professor titular de Filosofia da Educação na Faculdade de Educação da USP, na
categoria de Professor Associado, MS-5, lotado no Departamento de Filosofia da
Educação e Ciências da Educação.
*Severino, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007.
domingo, 23 de setembro de 2012
O mapa conceitual
Definição:
Mapas Conceituais são representações gráficas semelhantes a diagramas, que indicam relações entre conceitos ligados por palavras. Representam uma estrutura que vai desde os conceitos mais abrangentes até os menos inclusivos. São utilizados para auxiliar a ordenação e a seqüenciação hierarquizada dos conteúdos de ensino, de forma a oferecer estímulos adequados ao aluno.
Esta abordagem dos mapas conceituais está embasada em uma teoria construtivista, entendendo que o indivíduo constrói seu conhecimento e significados a partir da sua predisposição para realizar esta construção. Servem como instrumentos para facilitar o aprendizado do conteúdo sistematizado em conteúdo significativo para o aprendiz.
Novak é considerado o criador dos mapas conceituais e refere ter usado este em várias pesquisas, contemplando as diversas áreas do conhecimento.
Utilização de Mapas Conceituais:
São utilizados para auxiliar a ordenação e a seqüenciação hierarquizada dos conteúdos de ensino, de forma a oferecer estímulos adequados ao aluno. Mapas Conceituais podem ser usados como um instrumento que se aplica a diversas áreas do ensino e da aprendizagem escolar, como planejamentos de currículo, sistemas e pesquisas em educação.
A proposta de trabalho dos Mapas Conceituais está baseada na idéia fundamental da Psicologia Cognitiva de Ausubel que estabelece que a aprendizagem ocorre por assimilação de novos conceitos e proposições na estrutura cognitiva do aluno. Novas idéias e informações são aprendidos, na medida em que existem pontos de ancoragem. Aprendizagem implica em modificações na estrutura cognitiva e não apenas em acréscimos. Segundo esta teoria, os seguintes aspectos são relevantes para a aprendizagem significativa:
- As entradas para a aprendizagem são importantes.
- Materiais de aprendizagem deverão ser bem organizados.
- Novas idéias e conceitos devem ser “potencialmente significativos” para o aluno.
- Fixando novos conceitos nas já existentes estruturas cognitivas do aluno fará com que os novos conceitos sejam relembrados.
Nesta perspectiva parte-se do pressuposto que o indivíduo constrói o seu conhecimento partindo da sua predisposição afetiva e seus acertos individuais. Estes mapas servem para tornar significativa a aprendizagem do aluno, que transforma o conhecimento sistematizado em conteúdo curricular, estabelecendo ligações deste novo conhecimento com os conceitos relevantes que ele já possui. Esta teoria da assimilação de Ausubel, como uma teoria cognitiva, procura explicar os mecanismos internos que ocorrem na mente dos seres humanos. A referida teoria dá ênfase à aprendizagem verbal, por ser esta predominante em sala de aula.
No link abaixo tem um arquivo em PDF e um programa que auxilia na criação dos mapas conceituais, explicando o uso de uma ferramenta virtual.
Dinâmicas de Grupo
Girafas e Elefantes!!!
Dinâmica de grupo, sua importância como técnica libertadora e como utilizá-la.
As dinâmicas são instrumentos, ferramentas que estão dentro de um processo de formação e organização, que possibilitam a criação e recriação do conhecimento.
Para que servem:
- Para levantar a prática: o que pensam as pessoas, o que sentem, o que vivem e sofrem.
- Para desenvolver um caminho de teorização sobre esta prática como processo sistemático, ordenado e progressivo.
- Para retornar à prática, transformá-la, redimensioná-la.
- Para incluir novos elementos que permitem explicar e entender os processos vividos.
- Para desenvolver um caminho de teorização sobre esta prática como processo sistemático, ordenado e progressivo.
- Para retornar à prática, transformá-la, redimensioná-la.
- Para incluir novos elementos que permitem explicar e entender os processos vividos.
As técnicas participativas geram um processo de aprendizagem libertador porque permitem:
1. Desenvolver um processo coletivo de discussão e reflexão.
2. Ampliar o conhecimento individual, coletivo, enriquecendo seu potencial e conhecimento.
3. Possibilita criação, formação, transformação e conhecimento, onde os participantes são sujeitos de sua elaboração e execução.
2. Ampliar o conhecimento individual, coletivo, enriquecendo seu potencial e conhecimento.
3. Possibilita criação, formação, transformação e conhecimento, onde os participantes são sujeitos de sua elaboração e execução.
Uma técnica por si mesma não é formativa, nem tem um caráter pedagógico. Para que uma técnica sirva como ferramenta educativa libertadora deve ser utilizada em função de temas específicos, com objetivos concretos e aplicados de acordo com os participantes com os quais esteja trabalhando.
Os elementos de uma dinâmica
Objetivos: Quem vai aplicar a dinâmica deve ter claro o que se quer alcançar.
Materiais-recursos: Que ajudem na execução e na aplicação da dinâmica (TV, vídeo, som, papel, tinta, mapas...). Outros recursos que podem ser utilizados em grupos grandes são o projetor, exposições dialogadas, além de técnicas de teatro, tarjetas e cartazes.
Ambiente-clima: O local deve ser preparado de acordo, para que possibilite a aplicação da dinâmica (amplo, fechado, escuro, claro, forrado, coberto...), onde as pessoas consigam entrar no que está sendo proposto.
Tempo determinado: Deve ter um tempo aproximado, com início, meio e fim.
Passos: Deve-se ter clareza dos momentos necessários, para o seu desenvolvimento, que permitam chegar ao final de maneira gradual e clara.
Número de participantes: Ajudará a ter uma previsão do material e do tempo para o desenvolvimento da dinâmica.
Perguntas e conclusões: Que permita resgatar a experiência, avaliando: o que foi visto; os sentimentos; o que aprendeu. O momento da síntese final, dos encaminhamentos, permite atitudes avaliativas e de encaminhamentos.
Técnica quebra-gelo
- Ajuda a tirar as tensões do grupo, desinibindo as pessoas para o encontro.
- Pode ser uma brincadeira na qual as pessoas se movimentam e se descontraem.
- Resgata e trabalha as experiências de criança.
- São recursos que quebram a seriedade do grupo e aproximam as pessoas.
- Pode ser uma brincadeira na qual as pessoas se movimentam e se descontraem.
- Resgata e trabalha as experiências de criança.
- São recursos que quebram a seriedade do grupo e aproximam as pessoas.
Técnica de apresentação
- Ajuda a apresentar-se uns aos outros. Possibilitando descobrir: quem sou, de onde venho, o que faço, como e onde vivo, o que gosto, sonho, sinto e penso... Sem máscaras e subterfúgios, mas com autenticidade e sem violentar a vontade das pessoas.
- Exige diálogo verdadeiro, em que partilho o que posso e quero ao novo grupo.
- São as primeiras informações da minha pessoa.
- Precisa ser desenvolvida num clima de confiança e descontração.
- O momento para a apresentação, motivação e integração. É aconselhável que sejam utilizadas dinâmicas rápidas, de curta duração.
- Exige diálogo verdadeiro, em que partilho o que posso e quero ao novo grupo.
- São as primeiras informações da minha pessoa.
- Precisa ser desenvolvida num clima de confiança e descontração.
- O momento para a apresentação, motivação e integração. É aconselhável que sejam utilizadas dinâmicas rápidas, de curta duração.
Técnica de integração
- Permite analisar o comportamento pessoal e grupal. A partir de exercícios bem específicos, que possibilitam partilhar aspectos mais profundos das relações interpessoais do grupo.
- Trabalha a interação, comunicação, encontros e desencontros do grupo.
- Ajuda a sermos vistos pelos outros na interação grupal e como nos vemos a nós mesmos. O diálogo profundo no lugar da indiferença, discriminação, desprezo, vividos pelos participantes em suas relações.
- Os exercícios interpelam as pessoas a pensar suas atitudes e seu ser em relação.
- Trabalha a interação, comunicação, encontros e desencontros do grupo.
- Ajuda a sermos vistos pelos outros na interação grupal e como nos vemos a nós mesmos. O diálogo profundo no lugar da indiferença, discriminação, desprezo, vividos pelos participantes em suas relações.
- Os exercícios interpelam as pessoas a pensar suas atitudes e seu ser em relação.
Técnicas de animação e relaxamento
- Tem como objetivo eliminar as tensões, soltar o corpo, voltar-se para si e dar-se conta da situação em que se encontra, focalizando cansaço, ansiedade, fadigas etc. Elaborando tudo isso para um encontro mais ativo e produtivo.
- Estas técnicas facilitam um encontro entre pessoas que se conhecem pouco e quando o clima grupal é muito frio e impessoal.
- Devem ser usadas quando necessitam romper o ambiente frio e impessoal ou quando se está cansado e necessita retomar uma atividade. Não para preencher algum vazio no encontro ou tempo que sobra.
- Estas técnicas facilitam um encontro entre pessoas que se conhecem pouco e quando o clima grupal é muito frio e impessoal.
- Devem ser usadas quando necessitam romper o ambiente frio e impessoal ou quando se está cansado e necessita retomar uma atividade. Não para preencher algum vazio no encontro ou tempo que sobra.
Técnica de capacitação
- Deve ser usada para trabalhar com pessoas que já possuem alguma prática de animação grupal.
- Possibilita a revisão, a comunicação e a percepção do que fazem os destinatários, a realidade que os rodeia.
- Amplia a capacidade de escutar e observar.
- Facilita e clareia as atitudes dos animadores para que orientem melhor seu trabalho grupal, de forma mais clara e livre com os grupos.
- Quando é proposto o tema/conteúdo principal da atividade, devem ser utilizadas dinâmicas que facilitem a reflexão e o aprofundamento; são, geralmente, mais demoradas.
- Possibilita a revisão, a comunicação e a percepção do que fazem os destinatários, a realidade que os rodeia.
- Amplia a capacidade de escutar e observar.
- Facilita e clareia as atitudes dos animadores para que orientem melhor seu trabalho grupal, de forma mais clara e livre com os grupos.
- Quando é proposto o tema/conteúdo principal da atividade, devem ser utilizadas dinâmicas que facilitem a reflexão e o aprofundamento; são, geralmente, mais demoradas.
Litúrgicas
- Possibilitam aos participantes uma vivência e uma experiência da mística, do sagrado.
- Facilitam o diálogo com as leituras bíblicas, com os participantes e com Deus.
- Ajudam a entrar no clima da verdadeira experiência e não somente a racionalização.
- Facilitam o diálogo com as leituras bíblicas, com os participantes e com Deus.
- Ajudam a entrar no clima da verdadeira experiência e não somente a racionalização.
Observação: Outros autores ou organizações usam outra nomenclatura para definir os tipos de dinâmicas. Por exemplo, no livro Aprendendo a ser e a conviver, de Margarida Serrão e Maria C. Boleeiro, Editora FTD, 1999, as técnicas são divididas em Identidade, Integração, Comunicação, Grupo, Sexualidade, Cidadania, Projeto de Vida e Jogos para formação de subgrupos.
Equipe da CAJUCasa da Juventude Padre Burnier - Goiânia - GOhttp://www.casadajuventude.org.br caju@casadajuventude.org.br
Equipe da Casa da Juventude Pe. BurnierCAJU, Goiânia, GO.
Aprender e ensinar Geografia
Muitas vezes, e assim deve ser, o mesmo assunto da Geografia – com seus diversos aspectos – é abordado em diferentes anos escolares, porém, cada vez mais sendo aprofundado pelo educador e compreendido de acordo com as idades dos alunos. Este “reaprender” determinado tema mostra a complexidade deste e sua relação sociedade-natureza.
Quanto ao local em que o discente está inserido, este é um assunto recorrente durante a escolaridade de tal. Apesar disso, não deve haver hierarquia em relação ao espaço vivido e o espaço mundial porque a realidade de cada aluno é diferente e a apresentação de cada local deve ter relevância a partir da necessidade de cada turma. A relação entre “local” e “global” deve ser bastante abrangente desde os primeiros ciclos escolares.
Nesse sentido, toda essa exposição mostra ao aluno que ele faz parte, ativamente e passivamente, de todas as modificações das paisagens terrestres e do conjunto que envolve a geografia local, global, além de politicamente, culturalmente, socialmente.
A utilização de imagens dentro de sala de aula também é uma grande aliada do professor, ou seja, fotos aéreas, fotografias comuns, vídeos, dentre outros, mostra a modificação de determinadas áreas e um estudo mais específico sobre a influência do homem e da natureza nos espaços em questão. Essas transformações devem ser contextualizadas pelo educador, que deve apresentar como, por que, por quem, quando que as mudanças ocorreram.
A situação descrita acima é uma das maneiras de se apresentar a cartografia aos discentes. Além dessa, outra forma de trabalhar-se com uma linguagem cartográfica dentro de sala de aula é a partir de um mapa em branco, no qual se pede, a partir de cores, legendas e efeitos, a identificação de rios, estados, situações econômicas e outras características que possam ser analisadas e reconhecidas a partir de um mapa.
Todo este trabalho cartográfico serve como embasamento para o que serve um mapa, que vai desde chegar de um local ao outro, até compreender questões mais específicas. Isto é, “a escola deve criar oportunidades para que os alunos construam conhecimentos sobre essa linguagem nos dois sentidos: como pessoas que representam e codificam o espaço e como leitores das informações expressas através dela”. (p. 11).
Por Maíra Althoff De Bettio
Fonte: PCN – Geografia
Vida...
Já chorei vendo fotos e ouvindo musica;
Já liguei só para ouvir uma voz;
Me apaixonei por um sorriso;
Já pensei que fosse morrer de saudade;
E tive medo de perder alguem especial... (e acabei perdendo)
Já pulei e gritei de tanta felicidade;
Já vivi de amor e fiz muitas juras eternas... "quebrei a cara muitas vezes!"
Já abracei para proteger;
Já dei risadas quando não podia;
Já fiz amigos eternos;
Amei e fui amado;
Mas tambem já fui rejeitado;
Fui amado e não amei...
Registre apenas as horas iluminadas!
Vocês
já viram um relógio de sol?
Trata-se
basicamente de um disco, com as horas gravadas,
e um pino fixado perpendicularmente a ele.
Quando
os raios do Sol incidem sobre o pino,
a sombra deste projeta-se na superfície do
disco,
indicando,
assim, a hora.
Logicamente,
sem Sol não se pode ler as horas nesse relógio.
Existem
relógios de sol que trazem
a
seguinte inscrição em seu disco:
“Eu
registro apenas as horas
em
que o Sol brilha”.
O
homem também pode registrar
apenas
as horas em que o Sol brilha.
Seja
como um relógio de sol,
registrando
apenas as horas
em
que o Sol brilha.
De
que adianta ficar guardando a tristeza no coração indefinidamente?
De
que adianta ficar lembrando
as perdas sofridas?
O
mundo em nada se beneficiará com o fato de ficarmos desalentados.
Tristezas,
perdas, fracassos, tudo
isso
são “bagaços” dos acontecimentos
desta
vida.
Você
deve expulsá-los,
como se expulsa um ladrão
Precisamos
conscientizarmo-nos
de
que a mente é preciosa demais
para
ficar obstruída por “bagaços” mentais.
Se
um ladrão entrasse na sua casa para roubar , mesmo que fosse um simples par de sapatos, você o expulsaria,
não é?
Então
por que deixar permanecer tanto tempo, dentro de sua mente,
os
ladrões que entraram para roubar o maior de todos os tesouros:
a
Felicidade?
Faça
o possível para “registrar apenas as horas radiantes”,
ou seja, lembre-se e fale apenas de momentos
felizes.
Use
o poder criador da palavra para expressar a alegria.
Eis
o segredo da Felicidade.
Se
toda a humanidade passar a viver conforme “os princípios do relógio de
sol”, registrando somente as coisas
boas, alegres e positivas na mente, expulsando sem demora as recordações
desagradáveis,
pensamentos
tristes, ou imaginações sombrias, quão alegre e feliz se tornará este mundo!
Texto:
Masaharu Taniguchi
Livro: A verdade da Vida
7º Volume: A vida cotidiana
Imagens:
Google e recebidas
por email
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